“Obras a bom ritmo” e festa no Mercado do Bolhão

São mais de cem os homens que, em permanência, estão a trabalhar nas obras de restauro do Mercado do Bolhão, no Porto, numa altura em que decorrem as fases mais complexas da obra. Após a demolição total do interior do edifício, os trabalhos voltam-se para o reforço da estrutura e para a construção do piso subterrâneo onde vai nascer o parque de estacionamento. Depois de amanhã, dia em que se assinala um ano da abertura do Mercado Temporário do Bolhão, no Centro Comercial La Vie, o dia será de festa. Mas, no histórico edifício para onde os comerciantes anseiam voltar, as obras não param. E a estabilização do edifício, “que envolve a reconstrução de muitas das fundações originais”, continua a ser “uma das principais preocupações”, como descreveu Filipe Azevedo, administrador da empresa Lucios Engenharia e Construção. Um processo complexo que conta com “uma equipa de geólogos a acompanhar todo o processo”, para assegurar “que o edifício se mantém estável e seguro”.

Para reforçar as fundações do histórico edificio, estão a ser aplicadas mais de 1220 micro estacas, “através da perfuração do solo e injeção de cimento, perfis metálicos e varões de aço”.

In Jornal de Notícias | 30-04-2019

Dois dos quatro projetos que vão mudar o Porto têm assinatura Lucios

Um Bolhão do século XXI As portas do Mercado do Bolhão só reabrem em 2020, mas já se sabe que o restauro e modernização do emblemático mercado de frescos da cidade exige a estabilização do edifício, que se encontrava em risco, o que significa, por exemplo, a aplicação de 1220 microestacas para reforço de fundações. Aqui, depois da demolição do interior, o lema é levar a autenticidade do Bolhão até ao século XXI, numa estrutura com ligação direta ao metro, considerada fundamental na multifuncionalidade da cidade e na atração de uma nova geração para este tipo de atividade comercial. Tudo a pensar nos turistas, mas também na criação de mais um atrativo para quem mora no centro. A empreitada de reabilitação, a cargo da Lucios e da ACA, tem um orçamento de €22 milhões, mas o custo total do projeto passa os €30 milhões.

O SUPER BOCK ARENA — PAVILHÃO ROSA MOTA PROMETE GERAR UMA NOVA CENTRALIDADE ENTRE A BOAVISTA E A BAIXA PORTUENSE

Rosa Mota, promete reabrir de cara lavada este verão, depois de um investimento de €8 milhões do Círculo de Cristal SA, que junta a Lucios e a PEV Entertainment, vencedores do concurso público internacional lançado pela Câmara Municipal para a reabilitação e gestão do espaço por um período de 20 anos. Pronto a transformar-se em função de cada evento e a receber 8 mil pessoas, o projeto permitir deixar o recinto às escuras, através de um mecanismo que fecha as aberturas circulares na cúpula do Pavilhão. Se tudo correr como foi planeado no papel, poderá, também, gerar uma nova centralidade entre a Boavista e a Baixa, aproveitando a passagem da nova Linha Rosa do Metro do Porto mesmo à porta, lá para 2023. Com uma extensão de 2,5 quilómetros para ligar a Casa da Música aos Aliados, num investimento de €175 milhões, a Linha Rosa poderá tirar mais de 9 mil carros do centro da cidade e é apresentada como uma obra essencial para consolidar a oferta de transportes públicos.

Rebatizado como Super Bock Arena — Pavilhão Rosa Mota, promete reabrir de cara lavada este verão, depois de um investimento de €8 milhões do Círculo de Cristal SA, que junta a Lucios e a PEV Entertainment, vencedores do concurso público internacional lançado pela Câmara Municipal para a reabilitação e gestão do espaço por um período de 20 anos. Pronto a transformar-se em função de cada evento e a receber 8 mil pessoas, o projeto permitir deixar o recinto às escuras, através de um mecanismo que fecha as aberturas circulares na cúpula do Pavilhão. Se tudo correr como foi planeado no papel, poderá, também, gerar uma nova centralidade entre a Boavista e a Baixa, aproveitando a passagem da nova Linha Rosa do Metro do Porto mesmo à porta, lá para 2023. Com uma extensão de 2,5 quilómetros para ligar a Casa da Música aos Aliados, num investimento de €175 milhões, a Linha Rosa poderá tirar mais de 9 mil carros do centro da cidade e é apresentada como uma obra essencial para consolidar a oferta de transportes públicos.

In Expresso – Economia | 06-04-2019

Lucios, ACA e 22 milhões de euros renovam Mercado do Bolhão

As portas do Mercado do Bolhão só abrem em 2020, mas é já possível ver o que vai mudar, neste emblemático edifício do Porto, cujas obras de reabilitação se encontram a cargo da Lucios Engenharia e Construção e da ACA-Alberto Couto Alves.

A obra de restauro e modernização do mais antigo e tradicional mercado de frescos da Invicta, classificado como Monumento de Interesse Público desde 2013, fica concluída só no próximo ano, mas já é possível identificar algumas mudanças. Mais de 100 homens estão a trabalhar em permanência no projeto, que se encontra num período de transição entre o reforço da estrutura e das fundações do edifício e a construção de um piso subterrâneo. Em conjunto, estas são as fases mais complexas e delicadas da obra, após a demolição total de todo o interior do mercado, entretanto já concluída, refere em comunicado uma das empresas responsáveis pela empreitada. De acordo com Filipe Azevedo, administrador da Lucios, “a estabilização do edifício, que se encontrava em risco, é agora uma das nossas principais preocupações.  Na prática, estão a ser aplicadas mais de 1220 micro estacas para reforço das fundações, através da perfuração do solo e injeção de cimento, perfis metálicos e varões de aço. Após este processo, vai iniciar-se o rebaixamento do piso térreo, destinado à construção de um parque de estacionamento e áreas técnicas para uso exclusivo dos comerciantes. Nesta cave, que servirá também como zona de cargas e descargas, existirá uma zona para aprovisionamento de frescos e balneários para os funcionários. A fase que se segue é dedicada à caixilharia, vidros e coberturas. Aqui, “o maior objetivo é devolver a autenticidade primordial do Mercado do Bolhão, quer na estética, como nos materiais e nos sistemas de produção dos mesmos. A reabilitação das infraestruturas que ainda se encontram em bom estado será uma prioridade, assegurando-se ainda a replicação rigorosa de tudo o resto, através da utilização de técnicas de produção antigas”, acrescenta-se no referido comunicado, onde se destaca que todos os materiais estão a ser produzidos em Portugal, respeitando o modo de manufatura de antigamente. As cúpulas, pela sua fragilidade, terão que ser intervencionadas de igual modo. Num primeiro momento, será feita a reabilitação da madeira das estruturas e, posteriormente, o forro e reforço das mesmas. A cobertura fica completa com a colocação de xisto, um material que retoma à arquitetura inicial do mercado, e a introdução de uma nova estrutura feita em vidro e zinco, materiais mais modernos. No final, o espaço continuará a céu aberto. A empreitada, que tem um custo superior a 22 milhões, promete ainda devolver o conforto e a segurança a comerciantes e visitantes, através da melhoria de redes de eletricidade e esgotos, sistemas de climatização e acessos, incluindo para pessoas com mobilidade reduzida, e ligação direta ao Metro.

In http://www.jornaldaconstrucao.pt (27-03-2019)

Nova Vida aos 75

“O negócio que começou na construção civil, com pouca mão de obra e métodos rudimentares, evoluiu até se tornar numa empresa com várias áreas de negócio e uma projecção internacional. A Lucios, fundada em Junho de 1943, assume-se hoje como muito mais que uma construtora, tendo-se especializado no segmento da reabilitação urbana que, de momento, ocupa 60% das obras que tem em curso”. «A experiência adquirida ao longo de 75 anos de existência, e recorde-se que a Lucios sempre teve uma área dedicada à promoção imobiliária, permitiu-nos lançar num novo desafio e também aproveitar a oportunidade do mercado”.         In Executive Digest